sexta-feira, 26 de junho de 2009


A crise econômica e os efeitos da “gripe suína”
Dayana Aparecida da Silva
Desde que intensificou a crise econômica, no começo do segundo semestre do ano passado, as empresas estão se acostumado aos impactos. Apesar de as previsões serem difíceis em momentos como esse, acredita-se que até o final do ano que vem ainda será influenciado pelos acontecimentos recentes, o grau será conseqüência dos volumes das ajudas estatais. “ As empresas vão fazer cortes. Claro que isso dependerá muito do tipo de empresa e das políticas estatais para tentar impedir o agravamento da crise. O grande problema será o possível excesso de preocupação, atitude defensiva, de muitos”, explica o jornalista e escritor Juremir Machado da Silva.
O Brasil começou a sentir a crise um pouco depois já é possível observar novos direcionamentos de investimentos, paralisações de projetos e diminuição de postos de trabalho. Como cada empresa vai se comportar durante este período é grande incógnita. Os líderes estão em posição estratégica para impedir que os danos sejam grandes para a industria, comércio e setor de serviços.
Não sei se está cedo para dizer, mas ainda pó cima, há o impacto de uma possível epidemia poderia Ter sobre estes esforços do governo para recuperar a economia do país e do mundo. Retrocedendo um pouco, em 2008 o Banco Mundial, antes da atual recessão mundial, que uma pandemia de gripe aviária poderia custar US$ 3 trilhões e resultou em uma queda d quase 5 % do PIB mundial.
Hoje, apesar de não haver qualquer indicio de transmissão da doença por contato com porcos, os preços destes animais caíram para o menor nível em 2 meses. Outro setor mais rapidamente afetado em caso de epidemia seria a industria de viagem e turismo, o que já pode ser sentido, no caso de diminuição das viagens e da atividade econômica, os preços do petróleo já afetado pela recessão global, podem cair inda mais.
Entretanto algumas companhias farmacêuticas podem se beneficiar. As fabricantes dos antivirais que aparentemente são eficientes contra “ gripe suína” podem ter ganhos m vendas e na valorização em vendas e na valorização das ações.
Enfim, os norte- americanos se endividam muito e estão pouquíssimo e pra piorar há o agravamento da crise pelo temor da pandemia. Mas isto não é tudo, ainda há a interferência dos meios de comunicação, porque até ontem a preocupação estavam nos problemas da queda da econômica global, a alta taxa de desemprego e em algumas semanas atrás o medo se figurava sobre o clima e as questão sobre o aquecimento global. Onde o aumento do nível dos mares e o aumento de inundações em breve nos tornarão nostálgicos em relação aos bons e velho tempos onde tenhamos que nos preocupar com a “ gripe suína” !

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